segunda-feira, 2 de julho de 2007

.escrever

"[…] Eu escrevo para mim, só para mim, como eu fumo e como eu durmo. É uma função quase animal, de tão pessoal e íntima"

Gustave Flaubert, em uma de suas cartas,
enquanto escrevia Madame Bovary

Um comentário:

Cassio Coga disse...

Sim, escrevemos apenas para conter uma forte necessidade que nos empurra, irremediavelmente, para a palavra escrita.
Voam lascas e faíscas como aços espelhados, mas é preciso.

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